Esta é uma estória rápida. Apenas uma olhadela por sobre uma cidade enorme. São Paulo tem mais de onze milhões de habitantes e nem sei quantos carros, mas é provável serem o dobro. A tal cidade-mundo, que segundo os taxistas paulistanos é um formigueiro de automóveis, não tem distâncias o mesmo percurso pode ser feito em trinta minutos ou levar mais de três horas, irá depender do dia e o momento.

Esta estória rápida começa dentro dum taxi e acaba dentro do taxi. A gente queria passear um bocadinho à tarde antes de voltar ao trabalho e por isso apanhamos um taxi para ir até o centro. O taxista recomendou não sair do carro na Praça da Sé e, como turistas precavidos, seguimos a sua dica, já que a Praça da Sé estava um pouco desarrumada. Não foi por sermos preconceituosos, mas ouvimos muitos casos, e o nosso tempo também era limitado.

O Senhor Lorenzo, o taxista zamorano a morar em São Paulo há cinquenta e tal anos, ofereceu-nos dar uma volta e passar nos pontos chave que a pé não conseguiríamos ver em tão poucas horas. Aceitamos o oferecimento do Senhor Lorenzo, e vimos a cidade través dos vidros do carro: Sé, bairro japonês, ruas comerciais, centro financeiro, Mercado Municipal, Avenida Paulista… de repente, começou uma trovoada e anoiteceu.

Foi assim, apenas num dia que São Paulo mostrou-nos as suas várias caras e estações. Para dizer verdade, eu fiquei com pica de mais.

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